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Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2014

Lenhas do Pinhal do Rei concedidas à indústria vidreira

Durante muitos anos usou-se a lenha como combustível nas fábricas de vidro, razão pela qual as grandes fábricas se situavam normalmente junto das grandes florestas. No século XVIII, existia já, a sul do Rio Tejo, na antiga vila de Coina, a Real Fábrica dos Vidros da Coina, cuja lenha para funcionamento dos fornos vinha da zona florestal constituída pelo antigo Pinhal de Vale de Zebro e pela Quinta da Machada, hoje em dia designada Mata Nacional da Machada. Em meados do século, problemas de vária ordem terão inviabilizado e levado ao encerramento a Real Fábrica dos Vidros da Coina sendo que, por certo, entre esses problemas, estaria a ameaça de falta de madeira e lenha dado o grande consumo dos seus fornos, o que inviabilizaria a sua continuação e levaria, também, a própria cidade de Lisboa a uma eventual falta destes produtos, que tanta falta faziam à sua população. Assim, o Administrador Geral John (João, como por cá é conhecido) Beare (um irlandês) transferiu a fábrica para a Marinha …

O Observatório Astronómico Pinhal do Rei

Existe no local conhecido como Alto dos Picotos, junto aos, ainda visíveis, vestígios da antiga Casa de Guarda da Queimada, no talhão 300 do Pinhal do Rei, um observatório astronómico que ali funcionou durante alguns anos e que, nos dias de hoje, se encontra abandonado.             Construído no âmbito do projecto UCROA (unidade de Controlo Remoto de Observação Astronómica), levado a cabo pela ANOA (Associação Nacional de Observação Astronómica), fundada em 1995 por um grupo de astrónomos amadores da Marinha Grande, que, mais tarde, resolveram associar-se em torno de um projecto que denominaram RNOA (Rede Nacional de Observação Astronómica), este observatório foi inaugurado em 5 de Agosto de 2000. A escolha do local para implantação deste observatório deveu-se ao facto de o local ser um dos pontos mais altos do Pinhal do Rei, possibilitando a observação de grande parte do horizonte. Por outro lado, a proximidade de linhas telefónicas, de energia eléctrica e da estrada 242-2, entre a Mar…