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A mostrar mensagens com a etiqueta Meteorologia

A Tempestade Leslie

            Ocorreu no passado dia 13 de Outubro uma invulgar situação meteorológica em Portugal. Inicialmente, dada a fraca previsibilidade do seu percurso, eram baixas as probabilidades de o furacão Leslie atingir Portugal continental.             Porém, na aproximação que fez ao nosso país, e depois de ter baixado à condição de tempestade tropical, essa possibilidade tornou-se cada vez mais evidente, vindo a ser declarado um alerta vermelho no início daquela tarde de Outubro para os distritos do centro e norte do País.             De facto, a força dos seus ventos surpreendeu tudo e todos, sendo enormes os prejuízos causados em várias regiões, incluindo a zona Centro. A queda de árvores e de estruturas em ambiente urbano e o deslizamento de terras foram algumas das consequências, mas nas florestas, quer públicas quer privadas, foram devastadores os efeitos da Leslie.     ...

Ponte Nova, três meses após o temporal de 19 de Janeiro de 2013

Situação na Ponte Nova três meses após o temporal de Janeiro no Pinhal do Rei

Ainda o temporal, o tomba gigantes que passou pelo Pinhal do Rei

            Com ventos na ordem dos 130 km/h, ou até mais, o tremendo temporal que no passado dia 19 de Janeiro atingiu o país e, logicamente, também o Pinhal do Rei, originando a queda de milhares de árvores por todo o Pinhal, assumiu verdadeiramente a faceta de tomba gigantes, ao derrubar tão grande número de árvores de grande porte.             Entre elas estava o maior pinheiro-bravo do país, o maior da Península Ibérica diz-se também, um verdadeiro gigante que, com os seus 200 anos (dados do ICNF), era já classificado árvore de interesse público pelo D.R. nº 32 II Série de 07/02/1997. Situava-se no Talhão 273, parcela A, junto à antiga Casa de Guarda do Rio Tinto.             Aqui ficam os dados daquele que foi um gigante no Pinhal do Rei:             Lugar:...

O ciclone de 19/01/2013 no Pinhal do Rei

            No passado dia 19 de Janeiro, o Pinhal do Rei, bem como todo o território de Portugal Continental, foi atingido por um fenómeno meteorológico adverso, caracterizado por uma depressão cavada com ventos ciclónicos na ordem dos 130 km/h, o que não só originou a queda de milhares de árvores por todo o Pinhal, aqui e ali, mas também o desaparecimento de talhões inteiros de arvoredo em alto-fuste, alguns por tombo, outros porque, inexplicavelmente, as árvores foram literalmente decepadas a poucos metros do solo por alguma força incontrolável da Natureza.             Desta situação refira-se que o arvoredo que mais sofreu foi, naturalmente, o de maior porte ou longevidade, havendo a registar o desaparecimento no talhão 273, junto à antiga Casa-de-guarda do Rio Tinto, de um conjunto de pinheiros de grande porte, com idades à volta dos 180 anos, entre os quais estava aque...

O Ciclone de 1941

            Em 15 de Fevereiro de 1941, um grande ciclone derrubou no Pinhal do Rei cerca de 165 000 árvores, entre as quais grande quantidade de espécies exóticas, raras e seculares.             A queda de tão grande quantidade de árvores obstruiu a grande maioria das estradas e deixou o Pinhal de tal forma emaranhado que a recuperação dessas árvores demorou anos a fazer-se.             Sabe-se que as 165 000 árvores foram transformadas em 96 114m³ de madeira serrada e 30 000 esteres de lenha para os fornos do vidro. Para armazenar a madeira foram construídos grandes armazéns na Marinha Grande e em Coimbra, para onde foram enviadas as melhores madeiras, destinadas à Direcção dos Serviços dos Monumentos e Edifícios Nacionais. Efeitos do ciclone de 1941