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O Pinhal do Rei e o Centro Ciência Viva da Floresta

            “O Centro Ciência Viva da Floresta, em Proença-a-Nova, é parte integrante da rede nacional de vinte Centros Ciência Viva distribuídos por todo o país e que surgem como um dos eixos de atuação da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica (Ciência Viva), criada em 1996 para promover a cultura científica e tecnológica na sociedade portuguesa.” (1)             O Centro Ciência Viva da Floresta, a funcionar desde Julho de 2007, (…) “oferece aos cidadãos experiências e recursos para incorporarem a ciência na sua cultura e assim capacitá-los para compreenderem o mundo em que vivemos.”. (2)             O espaço de exposição deste Centro inclui uma grande diversidade de fotografias, produtos, utensílios, exemplares de arvoredo e pequenos animais (peixes de rio ou lagos; formigas) ligados às florestas e à sua exploração.             Em grande n...

A exposição “Pinhal do Rei, Pinhal de Leiria”

            Esteve patente em Leiria, na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, entre os dias 2 e 15 deste mês de Abril, a exposição “Pinhal do Rei, Pinhal de Leiria”. A exposição, para além de uma pequena mostra de livros acerca desta importante mata nacional e de alguns objectos usados em diversos trabalhos na própria mata, mostrava também um conjunto de painéis descritivos e fotobiográficos, dando a conhecer parte da história do Pinhal e algumas das importantes personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do Pinhal do Rei. Vista geral da exposição

A exposição "Factos e Personalidades do Pinhal do Rei"

            Com mais de sete séculos de existência, o Pinhal do Rei representa mais que uma mancha florestal junto à costa litoral portuguesa. Está na base da fundação e desenvolvimento de uma região e da sua transformação em grande centro industrial.             A sua origem remonta a épocas anteriores à fundação de Portugal, em que este território possuía apenas vegetação espontânea e pinheiro manso. No reinado de D. Dinis (1261-1325) foram encetados os primeiros esforços de arborização, através da sementeira de pinheiro bravo, para fixar as areias das dunas da costa e assim proteger os campos aráveis que permitiriam o desenvolvimento da agricultura, da floresta e dos recursos cinegéticos. Com D. Dinis surgiu a primeira administração para gerir as “Matas da Coroa”. Era o início da longa e profícua história florestal portuguesa.        ...