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A mostrar mensagens com a etiqueta Ciclone

A Tempestade Leslie

            Ocorreu no passado dia 13 de Outubro uma invulgar situação meteorológica em Portugal. Inicialmente, dada a fraca previsibilidade do seu percurso, eram baixas as probabilidades de o furacão Leslie atingir Portugal continental.             Porém, na aproximação que fez ao nosso país, e depois de ter baixado à condição de tempestade tropical, essa possibilidade tornou-se cada vez mais evidente, vindo a ser declarado um alerta vermelho no início daquela tarde de Outubro para os distritos do centro e norte do País.             De facto, a força dos seus ventos surpreendeu tudo e todos, sendo enormes os prejuízos causados em várias regiões, incluindo a zona Centro. A queda de árvores e de estruturas em ambiente urbano e o deslizamento de terras foram algumas das consequências, mas nas florestas, quer públicas quer privadas, foram devastadores os efeitos da Leslie.     ...

Ainda sobre o temporal de 2013

            O temporal de 19 de Janeiro de 2013 tombou 63000 árvores no Pinhal do Rei, um volume de 55000 m³.            Na zona envolvente do Ribeiro de S. Pedro de Moel, o número de árvores tombadas à data do temporal ascendeu a 450, o equivalente a 850 m³.             Para esta zona do Pinhal, e dada a instabilidade dos terrenos, depois da tempestade, segundo um painel informativo ainda colocado junto à Fonte da Ponte Nova , e até ao fim do inverno de 2014, tombaram mais 170 árvores, cerca de 330 m³.             Ao todo, na zona envolvente do Ribeiro de S. Pedro de Moel, no espaço de tempo referido, caíram 620 árvores, um total de 1180 m³, sucedendo que algumas ainda se encontram no terreno dada a dificuldade de as retirar das abruptas encostas que constituem as margens do ribeiro naquela...

Consequências do temporal de 19/01/2013 no Pinhal do Rei

            Decorridos já mais de um ano sobre a data do temporal que assolou o País em Janeiro de 2013 e que, por todo o lado, provocou enormíssimos danos, estamos, no que ao Pinhal do Rei diz respeito, em fase final de remoção do arvoredo tombado na Mata, ao mesmo tempo que se vão contabilizando e traduzindo em números as consequências  do ciclone de19/01/2013 .            Isto mesmo é-nos dito na notícia publicada no passado dia 10 de Maio pela Centro TV   (TV online da região centro). Dessa notícia deixo aqui a transcrição na íntegra:             “Mais de 60 mil árvores removidas do Pinhal de Leiria após temporal de 2013.            Mais de 60 mil árvores da Mata Nacional de Leiria, que ocupa dois terços do concelho da Marinha Grande, tombadas pelo temporal de janeiro...

Um ano depois

            Decorrido um ano após o tremendo temporal que no dia 19 de Janeiro de 2013 atingiu o país e, logicamente, também o Pinhal do Rei, originando a queda de milhares de árvores por todo o Pinhal, recordo aqui aquele que foi o maior pinheiro-bravo do país e o maior da Península Ibérica.             Com cerca de 200 anos, tendo como “Mãe” a grande Mata que é o nosso Pinhal do Rei, dado que aqui foi nascido e criado, este era sem dúvida o seu menino querido. Das muitas vezes que que por lá passei, durante os longos meses que esteve tombado na própria terra que o vira nascer e crescer, ao vê-lo assim, fazia-me sempre lembrar um pequeno excerto de um célebre poema de Fernando Pessoa em que, nas palavras do Poeta, se diz:              “(…) Jaz morto e apodrece           ...

O Pinhal do Rei no Biosfera

            Acerca da estratégia de recuperação do Pinhal do Rei após o temporal de Janeiro último, sobre, o estado da ribeira de S. Pedro de Moel e da estrada que a acompanha, ainda encerrada à circulação, os problemas com as espécies infestantes, e também sobre o rendimento e a despesa que origina a Mata Nacional de Leiria/Pinhal do Rei, o programa “Biosfera”, exibido na RTP2 no passado Domingo, 20 de Outubro, trouxe-nos importantes esclarecimentos.             Para quem não teve a oportunidade de acompanhar o programa em directo, aqui fica o vídeo.

Ponte Nova, três meses após o temporal de 19 de Janeiro de 2013

Situação na Ponte Nova três meses após o temporal de Janeiro no Pinhal do Rei

Ainda o temporal, o tomba gigantes que passou pelo Pinhal do Rei

            Com ventos na ordem dos 130 km/h, ou até mais, o tremendo temporal que no passado dia 19 de Janeiro atingiu o país e, logicamente, também o Pinhal do Rei, originando a queda de milhares de árvores por todo o Pinhal, assumiu verdadeiramente a faceta de tomba gigantes, ao derrubar tão grande número de árvores de grande porte.             Entre elas estava o maior pinheiro-bravo do país, o maior da Península Ibérica diz-se também, um verdadeiro gigante que, com os seus 200 anos (dados do ICNF), era já classificado árvore de interesse público pelo D.R. nº 32 II Série de 07/02/1997. Situava-se no Talhão 273, parcela A, junto à antiga Casa de Guarda do Rio Tinto.             Aqui ficam os dados daquele que foi um gigante no Pinhal do Rei:             Lugar:...

O ciclone de 19/01/2013 no Pinhal do Rei

            No passado dia 19 de Janeiro, o Pinhal do Rei, bem como todo o território de Portugal Continental, foi atingido por um fenómeno meteorológico adverso, caracterizado por uma depressão cavada com ventos ciclónicos na ordem dos 130 km/h, o que não só originou a queda de milhares de árvores por todo o Pinhal, aqui e ali, mas também o desaparecimento de talhões inteiros de arvoredo em alto-fuste, alguns por tombo, outros porque, inexplicavelmente, as árvores foram literalmente decepadas a poucos metros do solo por alguma força incontrolável da Natureza.             Desta situação refira-se que o arvoredo que mais sofreu foi, naturalmente, o de maior porte ou longevidade, havendo a registar o desaparecimento no talhão 273, junto à antiga Casa-de-guarda do Rio Tinto, de um conjunto de pinheiros de grande porte, com idades à volta dos 180 anos, entre os quais estava aque...

O Ciclone de 1941

            Em 15 de Fevereiro de 1941, um grande ciclone derrubou no Pinhal do Rei cerca de 165 000 árvores, entre as quais grande quantidade de espécies exóticas, raras e seculares.             A queda de tão grande quantidade de árvores obstruiu a grande maioria das estradas e deixou o Pinhal de tal forma emaranhado que a recuperação dessas árvores demorou anos a fazer-se.             Sabe-se que as 165 000 árvores foram transformadas em 96 114m³ de madeira serrada e 30 000 esteres de lenha para os fornos do vidro. Para armazenar a madeira foram construídos grandes armazéns na Marinha Grande e em Coimbra, para onde foram enviadas as melhores madeiras, destinadas à Direcção dos Serviços dos Monumentos e Edifícios Nacionais. Efeitos do ciclone de 1941