No Boletim das Obras Públicas de
1860 foi publicado o que, em 1859, o Administrador Geral das Matas José de
Mello Gouveia dizia a respeito de algumas experiências que se vinham a fazer no
país com essências exóticas, incluindo na Marinha Grande. Entre várias espécies
referia a existência de “Quatro exemplares de araucária imbricata, resto de
cinquenta mandados de Inglaterra e plantadas na Marinha Grande, há cerda de
catorze anos (1845), resistem à dureza do trato, porque também é rustica a sua
índole, sem subirem ainda a maior de 2,30 (metros) de altura e a menor de 0,80
(metros). Para uma espécie que se eleva a 50 metros estão por ora distantes de
louvor.”. Sem indicação do lugar na Marinha
Grande onde foram plantados estes exemplares, é de supor que algumas dessas
araucárias tenham sido plantadas na Mata Nacional de Leiria/Pinhal do Rei, mais
propriamente no Viveiro do Tromelgo. No mesmo documento, José de Mello
Gouveia dizia mais à frente: “Nesta ocasião só cabe mostrar, (…), a lista…