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Mensagens

Horário do Caminho de Ferro Americano em 1877

In: "Diário Ilustrado", nº 1635, Ano 6, Quarta-feira, 29 de Agosto de 1877 (Biblioteca Nacional de Portugal – Biblioteca Nacional Digital)

O Pinheiro do Facho

Existiram noutros tempos no Pinhal do Rei vários pinheiros que, pelas suas dimensões, idade ou forma, se destacaram na Mata. As referências a quase todos estes pinheiros são-nos dadas em 1938 pelo Eng.º Arala Pinto no seu livro “O Pinhal do Rei”. Ao referir-se a estes notáveis pinheiros, Arala Pinto não só nos fala de árvores ainda existentes à data em que escreve, como também nos fala dos velhos pinheiros já abatidos, entre os quais o Pinheiro do Facho. Este célebre pinheiro tinha 1,85 metros de DAP (diâmetro à altura do peito - medido a 1,30 m do solo) e 39 metros de altura. Deste histórico pinheiro existia ainda, naquela época, parte do seu tronco, tendo-se verificado, na sua análise, uma idade de 181 anos. Diz-nos ainda Arala Pinto que, por informações que lhe foram dadas, o cubo total desta árvore deu 21 metros cúbicos. A localização concreta onde existiu este pinheiro não nos é informada mas, dado o seu nome, crê-se que teria existido a sul do Pinhal, perto do Ponto de Vigia do Fa…

Casa de Guarda da Guarda Nova

A construção das casas de guarda no Pinhal do Rei remonta ao ano de 1790, quando, como medida de segurança e controlo de entradas e saídas do Pinhal, o Ministro da Marinha Martinho de Melo e Castro mandou abrir uma vala com 2 metros de profundidade e 1.5 metros de largura circundando todo o Pinhal e deixando apenas 4 passagens controladas por guardas.
            Por força do Regulamento de 1790 é abandonada a designação de couteiros para quem até aí tinha guardado o Pinhal, passando então a falar-se em guardas florestais e estabelecendo-se que, para melhor controlar essas passagens, estes vivessem junto do Pinhal em casas construídas nesses locais. As primeiras 4 casas de guarda foram: Caminhos de Carvide, Cova do Lobo, Pedreanes e Sapinha.
Com o aumento da população à volta do Pinhal, mais passagens e mais casas de guarda iam sendo criadas.
A Casa de Guarda da Guarda Nova foi construída em 1839 juntamente com as da Mioteira, Forninho, Serraria, Cabeça da Louçã (F), Lagoa Cova e Facho. E…

Sinistro no Caminho de Ferro Americano – O esclarecimento de Alfredo Porphyrio Ferreira, chefe do movimento do caminho

In: "Diário Ilustrado", nº 1649, Ano 6, Sexta-feira, 14 de Setembro de 1877, (excerto) (Biblioteca Nacional de Portugal – Biblioteca Nacional Digital)
Nota: A publicação em 8 de Setembro de 1877 da notícia do sinistro ocorrido no caminho-de-ferro americano de Pedreanes a S. Martinho no Diário Ilustrado motivou esta resposta de Alfredo Porphyrio Ferreira, chefe do movimento do caminho, publicada no mesmo jornal a 14 de Setembro.

Sinistro no Caminho de Ferro Americano

In: "Diário Ilustrado", nº 1644, Ano 6, Sábado, 08 de Setembro de 1877, (excerto) (Biblioteca Nacional de Portugal – Biblioteca Nacional Digital)
Nota: A publicação desta notícia motivou uma posterior resposta, no mesmo jornal, de Alfredo Porphyrio Ferreira, chefe do movimento do caminho de ferro americano de Pedreanes a S. Martinho.

Na Torre da Crastinha

In: "Diário de Lisboa", nº 9544, Ano 29, Sábado, 25 de Junho de 1949, (excerto) ©casacomum.org/Fundação Mário Soares

A Fonte Férrea

É nas margens do Ribeiro de S. Pedro Moel que se concentra um grande número de pequenas fontes, aproveitando as nascentes de água fresca que ali emergem. Todavia, também na fronteira Este do Pinhal, existem várias fontes. É o caso da Fonte do Sardão, da Água Formosa ou da Fonte Férrea.
A Fonte Férrea situa-se no talhão 179 junto à antiga Casa de Guarda da Garcia. A designação “Fonte Férrea” pode ver-se no mapa do Pinhal de 1940. Num outro mapa, alguns anos mais antigo, esta fonte aparece designada por Fonte do Garcia, o que, creio, deve ter sido um lapso, pois talvez se quisesse designá-la por fonte da Garcia, dada a proximidade da povoação da Garcia.

A Fonte Férrea