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Mensagens

Sinistro no Caminho de Ferro Americano – O esclarecimento de Alfredo Porphyrio Ferreira, chefe do movimento do caminho

In: "Diário Ilustrado", nº 1649, Ano 6, Sexta-feira, 14 de Setembro de 1877, (excerto) (Biblioteca Nacional de Portugal – Biblioteca Nacional Digital)
Nota: A publicação em 8 de Setembro de 1877 da notícia do sinistro ocorrido no caminho-de-ferro americano de Pedreanes a S. Martinho no Diário Ilustrado motivou esta resposta de Alfredo Porphyrio Ferreira, chefe do movimento do caminho, publicada no mesmo jornal a 14 de Setembro.

Sinistro no Caminho de Ferro Americano

In: "Diário Ilustrado", nº 1644, Ano 6, Sábado, 08 de Setembro de 1877, (excerto) (Biblioteca Nacional de Portugal – Biblioteca Nacional Digital)
Nota: A publicação desta notícia motivou uma posterior resposta, no mesmo jornal, de Alfredo Porphyrio Ferreira, chefe do movimento do caminho de ferro americano de Pedreanes a S. Martinho.

Na Torre da Crastinha

In: "Diário de Lisboa", nº 9544, Ano 29, Sábado, 25 de Junho de 1949, (excerto) ©casacomum.org/Fundação Mário Soares

A Fonte Férrea

É nas margens do Ribeiro de S. Pedro Moel que se concentra um grande número de pequenas fontes, aproveitando as nascentes de água fresca que ali emergem. Todavia, também na fronteira Este do Pinhal, existem várias fontes. É o caso da Fonte do Sardão, da Água Formosa ou da Fonte Férrea.
A Fonte Férrea situa-se no talhão 179 junto à antiga Casa de Guarda da Garcia. A designação “Fonte Férrea” pode ver-se no mapa do Pinhal de 1940. Num outro mapa, alguns anos mais antigo, esta fonte aparece designada por Fonte do Garcia, o que, creio, deve ter sido um lapso, pois talvez se quisesse designá-la por fonte da Garcia, dada a proximidade da povoação da Garcia.

A Fonte Férrea

Pinhal do Rei – Catedral verde à beira-mar

Muitas têm sido, ultimamente, as intenções de divulgação da história e situação actual da Mata Nacional de Leiria/Pinhal do Rei, umas bem conseguidas e outras nem tanto. No passado mês de Abril, o jornal Região de Leiria brindou-nos com um excelente trabalho de 32 páginas sobre o Pinhal do Rei. De facto, sendo parte integrante da edição nº 4073 do jornal Região de Leiria do passado dia 9 de Abril de 2015, o suplemento “Pinhal do Rei – Catedral verde à beira-mar” é um enorme contributo para a divulgação desta mata nacional. Para quem não teve ainda a oportunidade de ler este notável trabalho, aqui fica mais uma oportunidade. Aceda aqui.
O suplemento “Pinhal do Rei – Catedral verde à beira-mar"

Caminho de Ferro Americano – Comboio Americano

Excerto do Regulamento Provisório do Caminho de Ferro Americano dos Pinhaes de Leiria ao Porto de S. Martinho – 1865.




Os enxertados do Pinhal do Rei

Existem no talhão 185 do Pinhal do Rei, contíguo a sul ao Aceiro K, alguns curiosos e estranhos pinheiros bravos, resultantes de uma experiência de enxertia outrora feita neste talhão. Os objectivos concretos e os autores de tal experiência são desconhecidos, já o resultado está bem visível.             Consultando o Plano de Gestão Florestal da Mata Nacional de Leiria/Pinhal do Rei, elaborado em 2010, constatamos que este talhão (parcela A) tinha, à data, uma idade de 37 anos, o que remete o nascedio para 1973, altura em que ainda se usava a sementeira artificial,feita dentro dos dois anos seguintes ao corte final. Ora, crê-se que, algum tempo depois, alguém, por razões desconhecidas, executou a referida experiência, enxertando em pinheiros novos, por cima, ramos de outros pinheiros. O resultado, visto hoje em dia, é que a parte original do tronco do novo pinheiro, que actualmente varia, entre exemplares, entre 0.5 e 1 metros de altura, apresenta uma casca (carrasca) normal, espessa, de…