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Casa de Guarda do N

A cerca de 800 metros a sul de Pedreanes, entre as casas de guarda de Pedreanes e das Gaeiras, no início do Aceiro N, junto ao Aceiro Exterior do Pinhal do Rei, situa-se a Casa de Guarda do N. A sua designação deriva precisamente por estar situada perto do início do aceiro com o mesmo nome. Esta casa encontra-se ainda em razoável estado de conservação, embora, provavelmente devido ao temporal de Janeiro de 2013, nomeadamente ao nível do beirado do telhado, já mostre alguma necessidade de manutenção. Em 2006 ainda se podia ver a tradicional picota para tirar água do poço, desmantelada posteriormente por apresentar algum risco devido ao mau estado em que se encontrava.

A Casa de Guarda do N


O poço e a picota em 2006

Borboletas Nocturnas no Pinhal do Rei - 2014

À semelhança de anos anteriores, algumas das actividades do grupo Borboletas da Marinha Grande passaram, em 2014, pelo Pinhal do Rei. Passeios diurnos ou encontros nocturnos, sempre em boa companhia, mobilizam o grupo em busca de um melhor conhecimento da fauna lepidopterológica da nossa Mata e do concelho da Marinha Grande. Objectivos idênticos, e sempre em contacto com a Natureza, levam, por vezes, o grupo a aventurar-se por esse País fora, ultrapassando as fronteiras do concelho. A actividade do grupo Borboletas da Marinha Grande no ano de 2014 pode ser vista aqui.




Pinhal de Leiria ou Pinhal da Marinha?

IN: Jornal da Marinha Grande, nº 319, edição de 10 de Abril de 1970

O Pinheiro do Talhão 41

Existiram no Pinhal do Rei, noutros tempos, alguns pinheiros que, pelas suas dimensões ou forma, se destacavam na Mata.
Ainda não há muito tempo, existia no talhão 41 um pinheiro bravo com altura total de 30 metros; diâmetro a 1,30 m do solo (DAP – diâmetro à altura do peito) de 0,90 m; diâmetro médio da copa de 16,50 m; com a idade provável de 105 anos em 1999. Devido à sua estética, alto fuste vertical, estava classificado como árvore notável (de interesse público) e devidamente assinalada e legendada pela administração da Mata.
Esta árvore foi gravemente afectada pelo incêndio ocorrido em 2003, acabando por ser cortada uma vez que a sua recuperação era impossível.

O antigo Pinheiro do Talhão 41

Marco com inscrição "Real"

Há poucos dias, aproveitando uma tarde soalheira, convidativa a mais um passeio pela nossa Mata, como faço muitas vezes, saí em busca de algo que, embora tivesse conhecimento da sua existência em outros tempos, julgava já não existir no Pinhal do Rei. Porém, informações fidedignas de um amigo garantiam-me estar ainda no terreno pelo menos um exemplar. O objectivo estava traçado: procurar aquele que é, talvez, o marco mais antigo do Pinhal do Rei, um marco “Real”! Rumando a sul, passando pelo lugar do Tromelgo e seguindo em direcção à Praia das Paredes, verificando um antigo mapa do Pinhal, com seus aceiros, arrifes e talhões assinalados, concluo que, ao chegar à actual Estrada Atlântica, estava já muito perto do local que me foi indicado.             No mesmo alinhamento da estrada em que seguia, e depois de atravessada a Estrada Atlântica, pus-me a pé pelo Aceiro “S” em direcção ao mar. A confirmação de que estava neste aceiro era-me dada pelo mapa, verificando o número dos talhões as…

Ainda sobre o temporal de 2013

O temporal de 19 de Janeiro de 2013 tombou 63000 árvores no Pinhal do Rei, um volume de 55000 m³. Na zona envolvente do Ribeiro de S. Pedro de Moel, o número de árvores tombadas à data do temporal ascendeu a 450, o equivalente a 850 m³. Para esta zona do Pinhal, e dada a instabilidade dos terrenos, depois da tempestade, segundo um painel informativo ainda colocado junto à Fonte da Ponte Nova, e até ao fim do inverno de 2014, tombaram mais 170 árvores, cerca de 330 m³. Ao todo, na zona envolvente do Ribeiro de S. Pedro de Moel, no espaço de tempo referido, caíram 620 árvores, um total de 1180 m³, sucedendo que algumas ainda se encontram no terreno dada a dificuldade de as retirar das abruptas encostas que constituem as margens do ribeiro naquela zona. Ao lado desta placa informativa encontra-se uma outra alertando para o risco de queda de árvores naquela zona. Estando ali há já algum tempo, porém, não é demais lembrar que estamos novamente em período de chuvas e ventos fortes.
Coordenadas G…

Pinhal do Rei

Foi na sua casa de S. Pedro de Moel, implantada à beira-mar em terrenos contíguos ao Pinhal do Rei, que Afonso Lopes Vieira, ao passar grandes temporadas, viria a inspirar-se para a escrita de alguns dos seus poemas alusivos a essa grande Mata. O poema “Pinhal do Rei”, já aqui publicado, tem sido usado por alguns grupos em inúmeras criações musicais ou teatrais. A interpretação deste poema por parte do Coral Cantábilis da CGD-Leiria, inserido no seu excelente trabalho, em CD, "Percursos", trouxe-me à ideia a produção de um pequeno vídeo, com montagem de algumas fotografias, usando esta faixa musical. Agradeço ao Coral Cantábilis, especialmente ao seu Maestro Sr. Joaquim Vicente Narciso, a cedência da faixa “Pinhal do Rei”.