Pinhal do Rei
Catedral verde e sussurrante, aonde a luz se ameiga e se esconde e aonde, ecoando a cantar, se alonga e se prolonga a longa voz do mar: ditoso o "Lavrador" que a seu contento por suas mãos semeou este jardim; ditoso o Poeta que lançou ao vento esta canção sem fim...
Ai flores, ai flores do Pinhal florido, que vedes no mar? Ai flores, ai flores do Pinhal florido, Rei D. Dinis, bom poeta e mau marido, lá vem as velidas bailar e cantar.
Encantado jardim da minha infância, aonde a minh'alma aprendeu; a música do Longe e o ritmo da Distância que a tua voz marítima lhe deu; místico órgão cujo além se esfuma
Catedral verde e sussurrante, aonde a luz se ameiga e se esconde e aonde, ecoando a cantar, se alonga e se prolonga a longa voz do mar: ditoso o "Lavrador" que a seu contento por suas mãos semeou este jardim; ditoso o Poeta que lançou ao vento esta canção sem fim...
Ai flores, ai flores do Pinhal florido, que vedes no mar? Ai flores, ai flores do Pinhal florido, Rei D. Dinis, bom poeta e mau marido, lá vem as velidas bailar e cantar.
Encantado jardim da minha infância, aonde a minh'alma aprendeu; a música do Longe e o ritmo da Distância que a tua voz marítima lhe deu; místico órgão cujo além se esfuma